sábado, 11 de fevereiro de 2017

Salve o Recôncavo da Bahia !


No Brasil Colonial do Padre Antonio Vieira, das Canas de Egenho, o Povo de África é visitado pela mãe das águas Yemanjá, que atravessou o oceano para acalentar seus filhos, deixando como lembrança uma imagem de pedra em forma de baleia. Neste lugar passa a ser preservado desde o ano de 1633 como lugar sagrado para o povo de Culto de Matriz Africana.
Além do festejo do Povo de Santo, fica vivo em nossos registros esta obra literária de nosso Cânone padre Antonio Vieira. Sendo este Sermão referenciado para uma Irmandade de Negros que na época denunciava as mazelas que viviam naquele período.

“Em um engenho sois imitadores de Cristo Crucificado: porque padeceis de um modo muito semelhante ao que o mesmo senhor padeceu na sua cruz. (...) Cristo despido, e vos despidos, Cristo sem comer e vós famintos; Cristo em tudo maltratado, e vós maltratados em tudo. (...) Eles mandam e vós servis, eles dormem e vós velais; eles descansam, e vós trabalhais; eles gozam o fruto de vossos trabalhos, e o que vós colhei deles é um trabalho sobre o outro. Não há trabalhos mais doces do que os da vossa oficina; mas toda essa doçura para quem é? Sois como as abelhas de quem disse o poeta: "Sic vos non vobis mellificatis apes".

                                         Sermão XIV do Rosário, 1633 - Padre Antonio Vieira.  


Para nossa alegria e gratidão somos felizes pela sua companhia. Caminhando conosco vamos apreciando mais uma sonoridade da Mala do Folclore: 
( Caminhos - Toada Caipira, Cd Na Boca do Povo).





Obrigado amigos de caminhada!


arquivo pessoal
Sapéaçu-Bahia




arquivo pessoal
Morro de São Paulo-Bahia




arquivo pessoal
Morro de São Paulo-Bahia


arquivo pessoal
Morro de São Paulo-Bahia



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Morro de São Paulo-Bahia


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